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Espetáculo “CORRE-MUNDOS – Transformação Comunitária pela Art`Inclusiva”

“CORRE-MUNDOS – Transformação Comunitária pela Art`Inclusiva” O projeto “Corre-Mundos” tem como principais objetivos capacitar, através da arte, o desenvolvimento pessoal, social e comunitário de jovens migrantes ou descendentes de migrantes, através de uma metodologia participativa, humanista e colaborativa.  O que o torna único? O ser um projeto multidisciplinar e multivivencial, que integra um programa de…

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CORRE-MUNDOS – Transformação Comunitária pela Art`Inclusiva”

O projeto “Corre-Mundos” tem como principais objetivos capacitar, através da arte, o desenvolvimento pessoal, social e comunitário de jovens migrantes ou descendentes de migrantes, através de uma metodologia participativa, humanista e colaborativa. 

O que o torna único? O ser um projeto multidisciplinar e multivivencial, que integra um programa de formação artística e de liderança comunitária com experiências inclusivas potenciadoras da diversidade que caracteriza os espaços urbanos!

Espetáculo “TUNTUNHI – Corre Mundos”

Desenvolvido no âmbito de uma candidatura da Associação Almada Mundo, com o apoio da Câmara Municipal de Almada, ao programa Partis & Art for Change, numa parceria da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação la Caixa.

O Projeto apresentou o seu primeiro espetáculo ao grande público nos dias 28 de maio, pelas 21h30, e 29 de maio, às 17h00, com o espetáculo “Tuntunhi” que teve lugar no Auditório Osvaldo Azinheira, em Almada, sob direção artística de Filipa Francisco.

Tuntunhi significa, em crioulo de Cabo Verde, enrolar, dar muitas voltas. De acordo com a equipa, “unir as pessoas à volta da construção de um espetáculo organizado em três tempos, formação, criação e apresentação”. O processo de trabalho é muito importante e é através dele, que se toca em questões como a construção de uma confiança no corpo, nos imaginários próprios, na voz ou mesmo na importância da impressão destas vozes sem voz nas comunidades globais.

Tuntunhi aborda as histórias, os caminhos percorridos, as viagens do sítio de origem até Almada, como forma de partilha entre todos, base comum para a construção de um imaginário que levará à criação de movimentos, textos e ações. O espetáculo é o resultado de quem eles foram e se tornam em permanente devir. O ser humano em toda a sua plenitude – entrecruzar de passado, presente e olhos postos no futuro.

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